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Benfica vence em Barcelos pela margem mínima

Reportagem

Benfica vence em Barcelos pela margem mínima

O Benfica arrancou esta segunda-feira o triunfo em Barcelos diante do Gil Vicente por 2-1, no jogo que encerrou a 24.ª jornada da I Liga de futebol e que foi decidido com um golo de Schjelderup.

Estrela Silva - Lusa

Forçado a responder aos triunfos do líder FC Porto sobre o Arouca (3-1) e do vice-líder Sporting diante do Estoril Praia (3-0), o conjunto ‘encarnado’ adiantou-se aos 35 minutos, por Pavlidis, antes de a equipa de Barcelos entrar bem na segunda parte e igualar por Héctor, aos 51, e de Schjelderup 'selar' o resultado, aos 73.

Com seis triunfos e um empate na segunda volta, as ‘águias’ mantêm assim o terceiro lugar, com 58 pontos, a sete da formação ‘azul e branca’, que recebem no domingo, às 18:00, e a três dos ‘leões’, enquanto os minhotos averbaram o segundo desaire seguido e ocupam o quinto lugar, com 40 pontos, a cinco do Sporting de Braga, quarto da tabela.

Com Elimbi, Cáseres e Agustín Moreira de regresso ao ‘onze’ e Héctor Hernández titular pela primeira vez, o Gil Vicente começou o encontro a progredir em velocidade assim que recuperava a bola e tentou marcar em dois remates de longe, de Agustín Moreira, para defesa atenta de Trubin, aos dois minutos, e de Luís Esteves, por cima, aos sete.

Contrariada pela intensa pressão gilista nos 15 minutos iniciais, a equipa treinada por José Mourinho mostrou predisposição para atacar desde o primeiro minuto, mas só se ‘soltou’ realmente aos 19, quando Pavlidis apareceu descaído para a direita e colocou a bola no ‘coração’ da área, para o remate de Rafa, travado por Lucão.

A partir da meia hora, o Benfica quebrou de vez a toada de ‘parada e resposta’ e assumiu as ‘rédeas’ do encontro até ao intervalo, ameaçando o golo por Dahl e por Schjelderup, aos 34 minutos, instantes antes de inaugurar o marcador por Pavlidis, num toque ligeiro a desviar o cabeceamento de António Silva, uma das novidades no ‘onze’, após canto.

A formação lisboeta optou mais pela ala direita para atacar, onde Prestianni, de volta à titularidade, se mostrou dinâmico, mas quase dilatou a vantagem num ataque rápido pela esquerda, desenhado por Rafa e Dahl, a culminar no remate à trave de Pavlidis.

O domínio ‘encarnado’ praticamente ‘esfumou-se’ após o intervalo, já que os ‘galos’, revigorados pela pausa, se acercaram da área contrária, com Trubin a desviar um cruzamento de Murilo para a trave, segundos antes de ficar sem reação perante o toque subtil de Héctor Hernández para golo, após passe de Santi García, aos 51 minutos.

Embora ‘atordoado’ pela entrada gilista na segunda parte, o Benfica começou a reagir a partir do minuto 60 e quase recuperou a vantagem passados dois minutos, num cruzamento de Schjelderup, que Rafa e Pavlidis foram incapazes de ‘emendar’ para o fundo da baliza.

Com laterais e médios cada vez mais envolvidos no processo ofensivo, a equipa da Luz ‘aprisionou’ os minhotos junto à sua baliza e aproveitou uma bola perdida na área para marcar, com o extremo nórdico a superar a oposição de Zé Carlos para um remate ‘violento’ em trajetória ascendente, indefensável para Lucão.

A equipa treinada por César Peixoto procurou regressar à melhor versão na ponta final do jogo, mas só o fez esporadicamente, em remates de longe de Joelson Fernandes e de Konan, com o Benfica a controlar a bola na maioria desse período.

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